Olá, amigos!
Prontos para embarcar em mais uma aventura pela Patagônia?
Inicialmente, nosso roteiro contemplava o Parque Torres del Paine, no Chile, e El Chaltén, na Argentina. Porém, por um imprevisto maior — perdemos o voo para Punta Arenas —, tivemos que mudar o destino, alterando o trajeto em cerca de 2.000 km!
Compramos as passagens para Punta Arenas numa promoção da TAM, pagando cerca de R$ 1.000,00 por pessoa, há seis meses. Porém, a troca de voo para o mesmo destino sairia por mais R$ 1.800,00 por pessoa, valor que não compensava.
Como funciona a troca de passagens quando você perde um voo?
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Se você já fez o check-in, tente cancelar a passagem até 2 horas antes do voo. Passado esse prazo, infelizmente, você perde o bilhete.
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Se não fez o check-in ou conseguiu cancelar, há duas opções:
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Pedir ressarcimento do valor pago, descontando uma multa de U$ 100,00 e sem devolução das taxas de embarque (o que é justo, já que a companhia já repassou essas taxas ao aeroporto).
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Ou manter o crédito em seu nome com a companhia aérea, com até 12 meses para usar esse valor em um voo do mesmo tipo — no nosso caso, para qualquer país da América do Sul — pagando uma multa de U$ 75,00 por transação. (No nosso caso, como as passagens foram compradas juntas no mesmo cartão, essa multa foi cobrada apenas uma vez.)
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Como já estávamos com as mochilas prontas no aeroporto, optamos por mudar os planos e viajar para Buenos Aires, pagando uma diferença de apenas R$ 100,00 por pessoa.
26 de abril de 2015
Chegamos ao meio-dia no Aeroparque, em Buenos Aires, e fomos direto ao guichê da Hertz para alugar um carro — o objetivo era seguir até Bariloche, a 1.500 km de distância. Conseguimos um Corsa 1.6 por PAR$ 8.000,00 para 10 dias, com a condição de retirar e devolver o carro na agência do centro, já que nessa opção o valor era PAR$ 1.000,00 mais barato.
Saímos às 13h rumo à Ruta 5 e, por volta das 14h, fizemos uma pausa para almoçar numa churrascaria maravilhosa à beira da estrada. Continuamos até Santa Rosa, na Província de La Pampa, a cerca de 600 km de Buenos Aires. A estrada estava tranquila e em ótimas condições.
Ficamos hospedados na Pousada Piedras Blancas, em um quarto triplo, por U$ 100 — meu pai estava conosco nessa aventura. Aproveitamos para conhecer a cidade, que é bastante agradável, e jantamos lanches no posto de gasolina YPF.
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| Hosteria Piedras Balncas, Santa Rosa Argentina |
27 de abril de 2015
Após um ótimo café da manhã na Hostería Piedras Blancas, retomamos a estrada rumo a San Martín de los Andes, a aproximadamente 955 km de distância. No caminho, passamos por Neuquén, onde paramos para almoçar em mais um posto de gasolina YPF — aliás, esses postos têm se mostrado uma excelente opção para refeições rápidas e saborosas.
Seguimos pela rota e cruzamos Junín de los Andes, onde pudemos ver os efeitos das cinzas do vulcão Calbuco, no Chile — um cenário impressionante que nos lembrou a força da natureza.
Em San Martín, conseguimos uma ótima pousada no centro da cidade: a Hostelería Pequeña Comarca, com um quarto triplo que contava com cozinha e estacionamento, por U$ 52,00. O café da manhã não estava incluído, mas isso não diminuiu a comodidade do lugar.
À noite, jantamos no Café Plaza, onde desfrutamos de uma refeição deliciosa para encerrar bem o dia.
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| Veados da Patagônia na estrada a Junin de los Andes |
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| Junin de los Andes e o estrago das cinzas do vulcão Cabulco |







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