16 de outubro de 2015
Acordamos bem cedo e, após um delicioso café da manhã na Pousada Água Viva, partimos para nosso passeio de barco ao redor da Ilha de Boipeba.
Nossa primeira parada foi nas famosas piscinas naturais de Moreré — mais um mergulho inesquecível! Moreré é realmente linda, considerada um dos melhores pontos para snorkeling na região de Morro de São Paulo, com águas claras e vida marinha vibrante.
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| Saindo de Velha Boipeba |
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| Piscinas de Moreré |
A segunda parada foi na Praia Ponta dos Castelhanos, onde o visual é simplesmente incrível. Pudemos observar o encontro do Rio Catu, com suas águas escuras, com o mar de um azul vibrante — um contraste impressionante e único.
Aproveitamos para fazer uma caminhada de cerca de 15 minutos pelas areias da praia, contemplando a natureza exuberante ao nosso redor.
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| Ponta dos Castelhanos em Boipeba |
A terceira parada foi no Banco de Areia Coroa Alta, um verdadeiro areião no meio do mar. Sem nenhuma árvore ou vegetação, essa pequena ilhota de areia surge isolada, cercada por águas cristalinas — um cenário minimalista e surpreendente, perfeito para quem busca tranquilidade e contato direto com a natureza.
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| Banco de areia Coroa Alta em Boipeba |
A quarta parada foi no Povoado de São Sebastião, mais conhecido como Cova da Onça. Uma vila encantadora, com uma comunidade super simpática e acolhedora.
Descemos do barco durante a maré baixa e tivemos que caminhar cerca de 150 metros pelo mangue. Foi uma experiência única e deliciosa — pisar na lama do mangue descalço, sentindo a lama entrando entre os dedos dos pés, uma sensação relaxante e gostosa. A lembrança trouxe à mente nosso passeio em Itacaré, na Praia de Jeribucaçu, com um cenário e sensação bem parecidos.
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| Cova da Onça em Boipeba |
Depois de tirar algumas fotos — afinal, o lugar é super fotogênico — fomos almoçar no Restaurante Toca da Onça. Porém, no final da refeição, o Elio começou a reclamar de uma forte dor nos rins. Ai, meu Deus! No meio do paraíso, ele se sentiu mal? Malditas pedras nos rins! E eu, sem buscopan.
Perguntei para todo mundo no restaurante, mas ninguém tinha o remédio. Então, o dono do restaurante nos informou que perto da igreja havia um posto de saúde, onde talvez pudessem ajudar.
Corri até o postinho e, apesar de só terem buscopan injetável, voltei correndo para o restaurante, paguei a conta e carreguei o Elio, que estava com muita dor, até o posto. Fomos atendidos com muito carinho e atenção — fiquei impressionada com o cuidado da equipe. Muito obrigada, pessoal do Posto de Saúde da Cova da Onça!
O atendimento foi rápido, e em menos de 30 minutos o Elio recebeu alta, justo a tempo de o grupo seguir caminhando até a Igreja de São Sebastião. De lá, embarcamos novamente no barco para continuar o passeio.
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| Vila Cova da Onça em Boipeba |
Entramos no Rio dos Patos e seguimos até o Rio Cairu, onde fizemos uma parada no Porto das Ostras — uma balsa que funciona como criadouro e restaurante, muito popular entre os passeios de barco que retornam para a ilha de Morro de São Paulo (parada que acabamos “perdendo” no dia anterior, quando ficamos na Vila Velha de Boipeba).
No Porto das Ostras, é possível saborear petiscos, refrigerantes, cervejas e, claro, uma porção de ostras fresquíssimas. Me deliciei com uma dúzia, só para mim, já que o Elio não é fã do prato!
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| Rio dos Patos |
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| Rio Cairu |
Por volta das 17h, retornamos à Vila Velha de Boipeba e aproveitamos para curtir mais um lindo pôr do sol, com aquela calma e beleza que só o lugar oferece.
À noite, fomos jantar na praça da cidade, onde nos deliciamos com as barraquinhas de acarajé e tapioca — uma combinação perfeita para encerrar o dia com sabor e autenticidade.
Obs.: Durante a madrugada, o Elio “expeliu” uma pedra do tamanho de uma lentilha — mais uma para a coleção dele! Acreditamos que seja a última das sete pedras que ele tinha, diagnosticadas em um exame há dois anos.
Mas, como dizem, só aprendemos depois de sofrer, né? Hoje ele se hidrata bem e evitou alimentos com alto teor de oxalato de cálcio e afins. Está prontinho para encarar a vida com mais saúde — e, claro, sem pedras novas por um bom tempo!








































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