terça-feira, 3 de março de 2026

Cayo Bolivar e Cayo Santander - Ilha de San Andrés - Colômbia

 10 de setembro de 2013


Acordamos cedo e seguimos novamente até a marina Porto Fino, de onde sairia nosso tour. No dia anterior, compramos o passeio na agência do Hotel Lord Pierre, no centro de San Andrés, para o incrível Cayo Bolívar, por COP$ 180.000 (cerca de R$ 200, valor da época) por pessoa. Mas vale saber que é possível adquirir pelo mesmo preço diretamente na própria marina.

O passeio só acontece se as condições do mar estiverem favoráveis, já que a navegação é em alto-mar por mais de uma hora. As saídas acontecem às terças, quintas e sábados.

Partimos em três lanchas, levando turistas, comida e bebidas — o valor é all inclusive, com almoço, cerveja e refrigerante à vontade, já que na ilhota não há absolutamente NADA de estrutura.

Durante o trajeto, o mar estava um pouco agitado e acabei enjoando. Nas primeiras horas na ilha fiquei com dor de cabeça, mas nada que um paracetamol e aquele visual paradisíaco não resolvessem… Afinal, quando se chega a um lugar desses, qualquer mal-estar parece pequeno diante da paisagem.





Apesar de o passeio ser vendido como “Cayo Bolívar”, na prática o que se visita é o Cayo Santander.

O verdadeiro Cayo Bolívar é uma base militar, com apenas uma construção e uma antena, sendo proibido o desembarque de civis no local. Por isso, os barcos ancoram no cayo vizinho — igualmente paradisíaco — onde os visitantes podem aproveitar o dia.

Cayo Bolívar

Assim que chegamos foi aquela sequência inevitável de exclamações: “Oh!”, “Ah!”, “O paraíso existe — e é aqui!”. Depois das fotos clássicas de chegada, seguimos para o que seria um dos momentos mais incríveis do dia.

Fizemos cerca de duas horas de snorkeling na parte de trás do Cayo Santander, onde há formações de corais excelentes para mergulho. A vida marinha é abundante, a água incrivelmente transparente e os tons de azul parecem irreais.

Simplesmente LINDO. Daqueles lugares que fazem a gente parar por um instante e agradecer por estar ali.












Polvo

Depois voltamos para o lado da ilha onde havíamos desembarcado. Ali, o snorkeling fica um pouco prejudicado pela grande quantidade de algas e pela água mais turva, o que acabou comprometendo nossas fotos subaquáticas.

Nesse trecho não há faixa de areia: o chão é formado basicamente por pedras e corais, o que exige mais cuidado ao entrar no mar. Ainda assim, o cenário é deslumbrante. A paisagem é selvagem, intocada, com aquele ar de ilha perdida no meio do Caribe — linda de um jeito mais rústico e natural.


Ao meio-dia foi servido o almoço — arroz de coco, salada, banana frita e peixe — em uma área sombreada dentro da pequena vegetação da ilhota. Tudo preparado pelos próprios guias, que além de conduzir o passeio ainda cozinham para os turistas. Estava delicioso! O serviço inclui refrigerantes, cerveja à vontade e até sobremesa.

Depois do almoço, voltamos ao mar para mais duas horas de snorkeling, desta vez na ponta sul do Cayo Santander, onde vimos peixes maiores e em maior quantidade. A vida marinha ali é ainda mais abundante, tornando o mergulho ainda mais interessante.

Para fechar o dia, ainda demos a volta completa na ilha, apreciando cada ângulo daquele cenário isolado e paradisíaco no meio do Caribe.



 Buraco em forma de coração nos corais! Não resisti e apareci na foto!


 Pássaros alimentando-se.





Às 15h30 iniciamos o retorno para San Andrés. O mar estava bem mais calmo do que na ida, e o trajeto levou menos de 50 minutos — dessa vez, sem enjoo! 😉

À noite, optamos por algo simples: compramos um lanche no mercado e jantamos na cozinha da pousada. Depois de um dia intenso e inesquecível no Caribe, só queríamos mesmo descansar e guardar na memória cada detalhe dessa experiência.

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