07 de setembro de 2013
Nosso voo para a Colômbia saiu pontualmente às 17h30 pela LATAM Airlines (na época ainda conhecida como LAN), partindo do Aeroporto Internacional de São Paulo-Guarulhos. O trajeto dura cerca de seis horas, mas o conforto da aeronave ajudou bastante: sistema de entretenimento individual com filmes, séries, músicas, jogos e até desenhos para distrair o tempo.
Chegamos ao Aeroporto Internacional El Dorado às 23h30 no horário do Brasil. Como a Colômbia tem duas horas a menos de fuso, eram 21h30 no horário local. A imigração foi tranquila e rápida.
No desembarque, conhecemos dois rapazes de Toledo (PR) que também passariam a noite no Ibis Bogotá Museo. Dividimos um táxi até o hotel, pagando COP$ 25.000.
Naquele período, a cotação estava aproximadamente:
R$ 1,00 = COP$ 760
US$ 1,00 = COP$ 1.850
Jantamos no próprio hotel e fomos descansar, pois no dia seguinte nosso voo sairia às 11h10 da manhã. A aventura estava só começando!
08 de setembro de 2013
Pegamos um táxi e retornamos ao Aeroporto Internacional El Dorado. Atenção importante: se o seu voo para San Andrés for pela Avianca, o embarque não acontece no mesmo terminal internacional onde chegam os voos do Brasil, mas sim no Puente Aéreo, que fica ao lado do El Dorado. No nosso caso, como voamos pela LATAM Airlines (antiga LAN), o embarque foi na ala antiga do próprio El Dorado.
No check-in já pagamos a taxa de permanência na ilha (COP$ 47.000 por pessoa, valor da época). É preciso preencher um formulário com seus dados e apresentá-lo no desembarque em San Andrés. Não perca esse documento, pois ele também será exigido e carimbado na saída da ilha — e igualmente se você for visitar Providencia.
O voo foi tranquilo e a maior parte do trajeto é sobre o mar do Caribe. São cerca de duas horas até San Andrés. Na aproximação para pouso, já é possível avistar pequenas ilhotas cercadas por águas de um azul inacreditável — provavelmente as mais claras que já vimos. É aquele momento em que o coração acelera e você pensa: “é aqui mesmo”.
No aeroporto de San Andrés, a Brigith, da Pousada Nativa Miss Trinie, já estava nos esperando com aquele sorriso acolhedor típico do Caribe. Seguimos para fazer o check-in e, logo depois, ela mesma nos levou para um city tour pela ilha, mostrando os melhores pontos para visitar nos dias seguintes. Adoramos a recepção e o cuidado.
A pousada é antiga e bem simples, mas extremamente limpa e organizada. Um diferencial é a cozinha compartilhada, liberada para os hóspedes — algo que ajuda bastante a economizar durante a viagem.
Mais tarde, fomos caminhar até a praia do centro para relaxar e comer alguma coisa. A praia central não é das mais limpas, mas, ainda assim, a transparência da água impressiona e é possível ver vários peixinhos nadando perto da areia. Ficamos por ali até o pôr do sol, que, aliás, é lindíssimo.
Primeiro dia no paraíso: sol, sombra e água fresca. Existe combinação melhor?







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