22 de janeiro de 2010
Tomamos um ótimo café da manhã no Parador Lago Verde, em Esquel, e seguimos para o Banco de la Patagonia para trocar dólares por pesos argentinos.
Cotação: US$ 100,00 = PAR$ 377,00.
Depois, partimos rumo ao Parque Nacional Los Alerces para visitar a Laguna Verde e o famoso alerce de mais de 2 mil anos. Infelizmente, a ponte de acesso ao parque por Trevelin estava caída e a entrada interditada.
A outra opção seria acessar o parque por Cholila, mas como sairia muito da nossa rota, decidimos cancelar o passeio.
Abastecemos (PAR$ 31,00) e seguimos viagem rumo a El Bolsón.
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| De Esquel a El Bolson |
Chegando a El Bolsón, almoçamos muito bem em um Tenedor Libre (tipo buffet livre). Aproveitamos bastante a variedade e incluímos refrigerante, cerveja e sobremesa — tudo por PAR$ 50,00 por pessoa.
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| El Bolson |


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Flores pelo caminho
Seguimos viagem rumo a Bariloche e entramos no Parque Nacional Nahuel Huapi com a intenção de visitar o imponente Cerro Tronador e o famoso Ventisquero Negro.
Mas a estrada nos pregou uma peça…
Como já passava das 14 horas, não pudemos iniciar a subida. E não é simplesmente chegar e entrar — o acesso ao Ventisquero Negro funciona em um sistema bastante controlado, e vou explicar melhor.
A estrada tem cerca de 50 km e é de mão única em horários determinados, pois é estreita, sinuosa e cheia de precipícios impressionantes. O esquema funciona assim:
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Das 10h30 às 14h: somente subida.
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Das 16h às 19h30: somente descida.
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Das 19h30 às 9h do dia seguinte: mão dupla, com tráfego nos dois sentidos.
Ou seja, perdeu o horário de subida, só no dia seguinte mesmo.
E não é exagero: a pista é estreitíssima em vários trechos, com despenhadeiros gigantescos ao lado. Em muitos pontos mal passam dois carros. Quando o tráfego é liberado em mão dupla, o cuidado precisa ser redobrado — atenção total ao volante.
Resolvemos então não arriscar e deixar o passeio para o dia seguinte. Às vezes, na estrada, o melhor plano é saber esperar.  | | De El Bolson a Bariloche |


Chegamos novamente a Bariloche no final da tarde e fizemos check-in no Hotel Flamingo. Conseguimos um quarto com vista para o centro da cidade — ótimo para observar o movimento e já entrar no clima da Patagônia urbana. Pagamos PAR$ 90,00 por pessoa.
Sem perder tempo, saímos para fazer o clássico Circuito Chico, agora com meu pai. Mesmo já conhecendo o trajeto, ele continua encantador: lagos azulados, montanhas ao fundo e aquela mistura perfeita de bosque e água que só essa região tem.
Subimos novamente ao Cerro Campanario. A vista continua sendo uma das mais lindas da região, mas percebemos que, em comparação com cinco dias antes, havia menos neve nas montanhas. Ainda assim, o visual segue impressionante — o tipo de paisagem que nunca cansa, mesmo repetida.
Depois do passeio, voltamos ao hotel para descansar. Encerramos o dia com aquela sensação boa de estar revisitando lugares especiais, agora compartilhando tudo com meu pai.  | | Circuito Chico |
 | | Cerro Campanário |

 | | Capela Llao Llao |
 | Hotel Llao Llao
À noite, fomos jantar no Restaurante Bravo, onde fizemos uma refeição simples e muito saborosa. Pedimos espaguete à bolonhesa, ravióli quatro queijos e salada espanhola. Tudo muito bem servido e saboroso, por PAR$ 45,00 por pessoa — um ótimo custo-benefício para fechar o dia.
Depois do jantar, voltamos ao Hotel Flamingo para descansar. Afinal, o dia seguinte prometia mais estrada e novas paisagens pela frente…  | | Mapa Esquel a Bariloche |
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