23 de janeiro de 2010
Puerto Pañuelo
Acordamos cedo no Hotel Flamingo, em San Carlos de Bariloche, animados para o passeio até Puerto Blest. Tomamos café da manhã com calma e seguimos rumo ao ponto de embarque.
O tour foi contratado com a Turisur, no valor de PAR$ 135 por pessoa — lembrando que o translado até o porto é por conta do passageiro. São cerca de 25 km de estrada até o embarque, que acontece no Puerto Pañuelo, localizado em frente ao imponente Hotel Llao Llao, uma das construções mais icônicas da região.
Ao chegar ao porto, ainda é necessário pagar a taxa de entrada no Parque Nacional Nahuel Huapi (PAR$ 30 por pessoa) e mais PAR$ 7 por pessoa referentes à taxa de embarque.
Com tudo pago e organizado, era hora de embarcar e navegar pelas águas cristalinas do lago — mais um daqueles momentos em que a expectativa já começa antes mesmo do passeio iniciar…
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| Catamarã a Puerto Blest |
Puerto Blest
O catamarã é confortável e a navegação pelo lago é agradável, mas, sinceramente, o passeio deixou a desejar. Para quem já fez o trajeto entre Petrohué e Peulla, no lado chileno, a comparação é inevitável — e o passeio de hoje acabou parecendo bem mais fraco.
Ao chegar a Puerto Blest, há a opção de caminhar cerca de 3 km até Puerto Alegre ou pagar mais PAR$ 60 por pessoa para seguir de van até lá e depois pegar um barco rumo a Puerto Frías. Nós optamos por não fazer esse trecho adicional.
O famoso Cruce Andino conecta Puerto Montt, Puerto Varas, Petrohué, Peulla, Puerto Frías, Puerto Alegre, Puerto Blest e San Carlos de Bariloche. Do percurso completo, deixamos de fazer apenas Puerto Frías e Puerto Alegre.
O valor do Cruce Andino completo gira em torno de U$ 223 por pessoa. Nós fizemos apenas parte do trajeto por U$ 80 por pessoa. Sinceramente, para quem já teve a oportunidade de explorar o lado chileno com mais calma, não sei se compensa investir no circuito inteiro.
Em Puerto Blest, encaramos os 700 degraus até a Cascada Los Cántaros. Subimos animados… e descemos um pouco decepcionados. Depois de conhecer os impressionantes Saltos de Petrohué, muitas outras cascatas acabam parecendo simples córregos.
Por outro lado, a visita ao alerce milenar valeu a pena: uma árvore com cerca de 1.500 anos, imponente e silenciosa, testemunha viva de séculos de história patagônica. Só por esse encontro, o passeio já ganhou alguns pontos.
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| Cascata Los Cantaros |























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