17 de novembro de 2010
Oi amigos!
Mais um feriadão chegou ao fim...
E, se eu pudesse escolher, provavelmente evitaria viajar em feriados prolongados.
Sempre achei que qualquer oportunidade de pegar a estrada valia a pena, independentemente da data. Mas desta vez acabei concordando com a minha amiga Mari Campos, do blog Pelo Mundo: viajar em feriados pode ser um verdadeiro teste de paciência!
Aeroportos lotados, filas maiores, estradas movimentadas, atrações mais cheias e aquela sensação constante de que metade do país resolveu viajar para o mesmo lugar que você. Em alguns momentos, o estresse acaba roubando um pouco da tranquilidade que procuramos quando saímos de férias.
Claro que isso não diminuiu em nada a beleza da viagem nem as experiências incríveis que vivemos em Nobres. Mas confesso que fiquei imaginando como teria sido ainda melhor encontrar os rios mais vazios, as pousadas mais tranquilas e as estradas menos movimentadas.
Talvez seja um sinal de que estou ficando mais exigente com minhas viagens...
Ou talvez apenas esteja aprendendo que alguns lugares merecem ser visitados sem pressa, longe das multidões e no ritmo que a própria natureza impõe.
De qualquer forma, uma coisa é certa: o destino compensou qualquer fila, qualquer espera e qualquer estresse de feriado.
Chegamos a Recife por volta das 5 horas da manhã, ainda meio sonolentos depois da viagem, e seguimos direto para retirar o carro que havíamos reservado na Movida Rent a Car. A locação saiu por R$ 270,00 para três dias, com quilometragem livre, um ótimo custo-benefício para explorar a região com tranquilidade.
Mas nossa aventura começou antes mesmo de sair do aeroporto.
Ao chegarmos ao balcão da locadora, descobrimos que havíamos cometido uma daquelas gafes clássicas de viajante distraído: fizemos a reserva para o feriado de outubro, quando na verdade nossa viagem aconteceria no feriado de novembro!
Sim, conseguimos errar o mês inteiro da reserva...
Naquele momento bateu um certo desespero. Afinal, estávamos em um feriado prolongado, período em que normalmente os carros disponíveis desaparecem rapidamente.
Por alguns minutos imaginamos todos os cenários possíveis: ficar sem carro, ter que mudar o roteiro ou procurar outra locadora de última hora.
Mas, para nossa sorte, a história teve um final feliz.
Mesmo sem a reserva correta, a Movida ainda tinha um veículo disponível e conseguiu nos atender. Foi um daqueles momentos em que você respira aliviado e agradece por ter dado sorte.
Com o carro finalmente em mãos e o problema resolvido, pudemos seguir viagem e começar de verdade nossa aventura por Pernambuco.
Partimos rumo a Porto de Galinhas logo após deixar o aeroporto. E, antes mesmo de chegar ao nosso destino, já tivemos uma amostra do que nos aguardava no feriado: trânsito intenso e um calor de derreter qualquer turista recém-saído do avião.
Confesso que, acostumada com o clima mais ameno de São Paulo, levei um pequeno choque térmico. Ainda eram as primeiras horas da manhã e o sol já mostrava que não estava para brincadeira.
O trânsito também não ajudava muito. As avenidas de saída de Recife estavam bastante movimentadas e avançávamos lentamente, acompanhando uma verdadeira procissão de carros rumo ao litoral sul de Pernambuco.
Mas bastava olhar pela janela para o humor melhorar. Aos poucos, os coqueiros começaram a aparecer, o céu estava de um azul impecável e aquela atmosfera de praia já tomava conta da viagem.
Era impossível não ficar animado.
Afinal, depois de meses planejando a viagem, estávamos finalmente a caminho de Porto de Galinhas, um dos destinos de praia mais famosos e desejados do Brasil.
Chegamos à Pousada Recanto da Preguiça e fomos muito bem recebidos. A hospedagem superou nossas expectativas e acabou sendo uma ótima escolha para aqueles dias em Porto de Galinhas. Pagamos R$ 390,00 pelas três diárias, um valor que consideramos excelente pelo custo-benefício oferecido.
Como ainda era cedo, aproveitamos para tomar um café da manhã reforçado e, finalmente, relaxar um pouco depois da madrugada de viagem, do voo e da correria para resolver a questão do carro alugado.
Àquela altura, o cansaço já começava a cobrar seu preço. Nada melhor do que algumas horas de descanso para recuperar as energias antes de começar a explorar as praias da região.
Depois de um banho e um breve cochilo, já nos sentíamos renovados e prontos para aproveitar tudo o que Porto de Galinhas tinha a oferecer.
Depois de descansar um pouco, seguimos para a praia. Mas, como eu já havia comentado antes, a maré não estava colaborando muito com os nossos planos de mergulho. E aí veio a segunda "pisada de bola" do roteiro!
Aliás, não sei exatamente o que aconteceu nessa viagem, mas parecíamos verdadeiros marinheiros de primeira viagem. Sabe quando você costuma planejar tudo nos mínimos detalhes e, de repente, começa a cometer aqueles errinhos básicos que normalmente não cometeria? Pois foi exatamente assim.
Primeiro a reserva do carro feita para o mês errado. Depois a questão da maré, algo fundamental para quem pretende aproveitar as famosas piscinas naturais de Porto de Galinhas.
Enquanto caminhávamos pela praia, comecei a me perguntar como havíamos deixado esses detalhes passarem despercebidos.
Na verdade, acho que descobri a resposta.
Nossa cabeça já estava totalmente voltada para a grande viagem que estávamos planejando para a Patagônia e o Cone Sul. Passávamos tanto tempo pesquisando estradas, mapas, fronteiras, hospedagens e roteiros daquela aventura que acabamos dedicando menos atenção do que deveríamos a este feriado em Pernambuco.
Felizmente, nada que comprometesse a viagem.
Afinal, mesmo sem as condições ideais para mergulho, Porto de Galinhas continuava linda. O mar exibia seus inúmeros tons de azul e verde, os coqueiros balançavam ao vento e a atmosfera descontraída do lugar fazia qualquer contratempo parecer pequeno.
No fim das contas, viajar também é isso: aprender a rir dos próprios erros, adaptar os planos e aproveitar o que cada destino tem a oferecer, mesmo quando as coisas não saem exatamente como imaginamos.
Mesmo com a maré desfavorável e a água bem mais turva do que esperávamos, resolvemos não desperdiçar o dia. Afinal, já estávamos ali e o clima continuava perfeito para aproveitar a praia.
Passamos boa parte do tempo dentro d'água, nadando e curtindo o mar do jeito que era possível naquele momento. Talvez a visibilidade não estivesse ideal para observar peixes ou explorar as piscinas naturais, mas isso não impediu que aproveitássemos cada minuto.
Mais tarde fomos conhecer duas praias vizinhas que eu tinha muita curiosidade de visitar: Serrambi e Maracaípe.
Serrambi nos conquistou pela tranquilidade. A praia tem um clima muito mais sossegado que Porto de Galinhas, com poucas pessoas, mar bonito e aquela sensação gostosa de estar em um lugar ainda preservado.
Já Maracaípe possui uma atmosfera completamente diferente. É mais rústica, mais jovem e muito ligada ao surfe. O mar é mais agitado, o vento constante e o ambiente transmite aquela energia típica das praias frequentadas por esportistas e viajantes que gostam de um estilo mais descontraído.
Na hora do almoço escolhemos o Restaurante do Cunha e a experiência foi excelente. A comida estava muito saborosa, bem servida e com aquele tempero regional que tanto gostamos durante as viagens.
À noite fomos até o centrinho de Porto de Galinhas e jantamos na Crepes Porto de Galinhas. Mais uma ótima escolha. O ambiente era agradável, o atendimento muito bom e os crepes estavam deliciosos.
No fim das contas, mesmo sem as condições perfeitas que imaginávamos encontrar, o dia terminou da melhor maneira possível: conhecendo novos lugares, comendo bem e curtindo o clima descontraído do litoral pernambucano.
E, às vezes, é justamente isso que faz uma viagem ser especial.
E, para provar que o mundo é realmente pequeno, aconteceu uma daquelas coincidências que parecem improváveis demais para serem verdade.
No meio da praia, em plena Porto de Galinhas, cercados por centenas de turistas e toda aquela muvuca típica de feriado prolongado, meu esposo simplesmente deu de cara com um colega de trabalho!
Isso mesmo.
Saímos de São Paulo, voamos mais de dois mil quilômetros até Pernambuco, escolhemos uma praia lotada em um feriado e, mesmo assim, eles conseguiram se encontrar caminhando pela areia.
Foi daqueles momentos em que você para por alguns segundos e pensa: "Não é possível!"
Depois de algumas risadas e de colocar a conversa em dia, ficamos comentando como certas coincidências realmente desafiam qualquer explicação lógica.
Afinal, encontrar alguém conhecido na esquina de casa é normal.
Agora, encontrar um colega de trabalho no meio de uma praia lotada do Nordeste brasileiro durante um feriado prolongado já entra para a categoria das histórias que ninguém acredita quando contamos depois.
Mas aconteceu.
E foi mais uma daquelas pequenas situações curiosas que acabam tornando uma viagem ainda mais memorável.
No dia seguinte acordamos bem cedo e seguimos rumo à Praia dos Carneiros, um dos lugares que eu mais queria revisitar nessa viagem.
Como já conhecíamos a região de uma viagem anterior, fomos direto para o Restaurante Bora-Bora, que continua sendo uma excelente estrutura de apoio para quem passa o dia na praia.
E, mais uma vez, Carneiros não decepcionou.
Antes mesmo de entrar na água, fizemos a tradicional sessão de fotos. E não poderia ser diferente. A paisagem é simplesmente espetacular. Os coqueiros inclinados sobre a areia branca, o mar em tons de azul e verde, a igrejinha à beira-mar e aquele clima de paraíso tropical fazem qualquer visitante querer registrar cada cantinho.
Depois das fotos, finalmente chegou a hora de aproveitar o que a Praia dos Carneiros tem de melhor: suas águas mornas, calmas e cristalinas.
Passamos horas alternando entre mergulhos, caminhadas pela praia e momentos de puro relaxamento observando a paisagem. A maré estava colaborando e o cenário parecia ter saído de um cartão-postal.
Uma coisa que nos chamou a atenção foi o aumento do número de turistas. Comparando com nossa visita anterior, cerca de quatro anos antes, a diferença era evidente. A praia estava muito mais movimentada e a infraestrutura turística havia crescido bastante.
Por um lado, isso mostra que cada vez mais pessoas estão descobrindo as belezas da região. Por outro, traz aquela inevitável saudade da época em que o lugar parecia mais tranquilo e preservado.
Mas, mesmo com mais visitantes, Carneiros continua sendo um destino extraordinário.
Ao final do dia, não tivemos dúvidas: aquele havia sido o melhor passeio da viagem.
Talvez pelas águas tranquilas, talvez pela beleza da paisagem ou simplesmente pela sensação de paz que o lugar transmite.
O fato é que, mais uma vez, a Praia dos Carneiros conquistou nosso coração.
Depois de um dia inteiro aproveitando a Praia dos Carneiros, voltamos para Porto de Galinhas cansados, mas com aquela sensação gostosa de quem passou o dia em um verdadeiro paraíso.
À noite escolhemos o Restaurante Picanha do Tio Dadá para jantar. A refeição foi ótima, com pratos bem servidos, comida saborosa e aquele clima descontraído que combina perfeitamente com uma cidade de praia.
Sentamos sem pressa, relembramos os melhores momentos do dia, comentamos as fotos que havíamos tirado e, claro, já começamos a pensar nos passeios do dia seguinte.
Afinal, toda viagem tem aquele momento em que você percebe que o retorno para casa está se aproximando e passa a aproveitar cada hora com ainda mais intensidade.
Depois do jantar, demos uma última caminhada pelo centrinho, observando o movimento dos turistas e curtindo a agradável noite de Porto de Galinhas.
Em seguida voltamos para a pousada.
O cansaço acumulado dos mergulhos, das caminhadas e do sol forte do litoral pernambucano não demorou a vencer.
E assim encerramos mais um dia perfeito de viagem.
No dia seguinte acordamos cedo, tomamos o café da manhã, fizemos o check-out da pousada e seguimos rumo ao Cabo de Santo Agostinho.
E foi justamente nesse momento que me lembrei da minha amiga Mari Campos, do blog Pelo Mundo, e de todas as vezes em que ela comentou sobre os desafios de viajar em feriados prolongados.
Chegando à região, encontramos um cenário bem diferente daquele que imaginávamos.
O movimento era intenso. Muito intenso.
As estradas estavam congestionadas, os estacionamentos lotados e o fluxo de pessoas impressionava. Para completar, a estrada de acesso encontrava-se em condições bastante precárias, com tantos buracos que, em alguns trechos, pareciam verdadeiras crateras.
Confesso que fiquei um pouco decepcionada.
Talvez porque tivesse criado uma expectativa muito alta para o passeio ou talvez porque alguns lugares simplesmente não consigam mostrar todo o seu potencial quando recebem um número tão grande de visitantes ao mesmo tempo.
O fato é que o trânsito, a quantidade de pessoas e a dificuldade de acesso acabaram tornando a experiência menos agradável do que esperávamos.
Chegamos a tentar acessar algumas praias da região, mas desistimos no meio do caminho. O excesso de movimento acabou desanimando bastante.
Seguimos então para a Praia de Calhetas, que era uma das nossas maiores expectativas do roteiro.
E que visual maravilhoso!
Mesmo tomada por turistas, era impossível não perceber a beleza do lugar. A pequena enseada cercada por morros cobertos de vegetação, o mar de tons esverdeados e o contraste com as falésias criam uma paisagem espetacular.
Mas, infelizmente, a lotação era tão grande que ficou difícil aproveitar o ambiente da forma como gostaríamos.
Enquanto observávamos aquela multidão ocupando cada pedacinho de areia, ficávamos imaginando como seria aquele cenário em um dia comum, fora da alta temporada e longe dos feriados.
Tenho certeza de que deve ser um lugar simplesmente encantador.
Foi um daqueles casos em que o destino não decepcionou — quem decepcionou foi o calendário.
Depois de desistirmos de Calhetas, resolvemos seguir viagem. Pegamos a estrada pedagiada e, aos poucos, o cenário começou a mudar. O trânsito ficou mais organizado, o fluxo de pessoas diminuiu e a viagem voltou a ficar mais agradável.
Seguimos em direção a Jaboatão dos Guararapes e fomos positivamente surpreendidos pela cidade. A orla é muito bonita, bem cuidada e transmite uma sensação bem diferente daquela que havíamos encontrado nas praias superlotadas do Cabo de Santo Agostinho.
Continuamos nosso percurso passando por Recife. Como era feriado, o centro histórico estava praticamente vazio, o que nos permitiu observar com mais calma os prédios antigos, as pontes e um pouco da arquitetura que faz da capital pernambucana uma das cidades mais interessantes do Nordeste.
Mas nosso destino naquela manhã era Olinda.
E bastou começarmos a subir suas ladeiras para entender por que a cidade é considerada um dos maiores patrimônios históricos e culturais do Brasil.
As ruas de paralelepípedos, as igrejas centenárias, os casarões coloridos e a vista para o mar e para Recife criam um cenário encantador. É impossível caminhar por ali sem sentir que se está voltando no tempo.
A cada esquina aparecia uma nova fachada colorida, uma porta antiga, uma sacada florida ou uma vista diferente da cidade. Mesmo para quem não é apaixonado por história, Olinda tem um charme difícil de explicar.
Depois de vários dias entre praias, rios cristalinos e coqueirais, foi muito gostoso incluir um pouco de cultura e arquitetura no roteiro.
E, naquele momento, tivemos a sensação de que estávamos conhecendo não apenas um destino turístico, mas um pedaço importante da história do Brasil.
Já em Olinda, escolhemos um restaurante que acabou sendo uma grata surpresa da viagem: o Bar e Restaurante Marola.
Escondidinho à beira-mar, longe do agito dos lugares mais turísticos, encontramos um ambiente agradável, boa comida e uma vista muito bonita. Foi daqueles achados que tornam qualquer viagem mais especial. Almoçamos sem pressa, aproveitando os últimos momentos do feriado antes de encarar a longa jornada de volta para casa.
Depois do almoço demos mais algumas voltas pela região e seguimos para o Shopping Tacaruna.
Lá pelas seis da tarde começou a bater aquele cansaço típico do último dia de viagem. Afinal, ainda teríamos várias horas pela frente até o embarque e a madrugada prometia ser longa.
Foi então que tivemos uma ideia que se mostrou excelente.
Resolvemos procurar um lugar para tomar um banho, descansar um pouco e nos preparar com mais conforto para o voo de retorno. Próximo ao shopping avistamos o Motel Malícia e decidimos parar por algumas horas.
E a decisão não poderia ter sido melhor.
O quarto era muito bonito, confortável e perfeito para recuperarmos as energias antes da viagem. Tomamos banho, descansamos um pouco, organizamos as malas e aproveitamos para relaxar depois de dias intensos de passeios. Aliás, essa dica veio de uma amiga blogueira — infelizmente não me lembro mais quem foi — mas fica aqui o agradecimento pela excelente sugestão.
Revigorados, seguimos de volta para o aeroporto.
Pouco depois da meia-noite fizemos o check-in e aguardamos o embarque. Às duas da manhã, já estávamos a bordo do voo com destino a São Paulo.
E assim terminou mais um feriado prolongado.
Com alguns erros de planejamento, algumas praias lotadas além da conta, muito calor, muito trânsito e algumas surpresas pelo caminho.
Mas também com dias maravilhosos em Porto de Galinhas, um passeio inesquecível pela Praia dos Carneiros, boa comida, belas paisagens e muitas histórias para contar.
Porque, no final das contas, são justamente os imprevistos, as coincidências e as pequenas aventuras que acabam transformando uma simples viagem em uma lembrança especial.
Impressões da Viagem
Apesar de alguns contratempos pelo caminho, a impressão final da viagem foi bastante positiva.
Os pontos negativos ficaram por conta, principalmente, das estradas de acesso à Praia dos Carneiros e ao Cabo de Santo Agostinho. Em alguns trechos, as condições eram realmente ruins e acabavam tirando um pouco do prazer do passeio. Felizmente, durante nossa passagem, as obras de asfaltamento já estavam em andamento em parte do acesso a Carneiros, o que certamente facilitará muito a vida dos futuros visitantes.
Mas esses pequenos inconvenientes foram facilmente compensados pelas belezas que encontramos ao longo do caminho.
A Praia dos Carneiros continua absolutamente espetacular.
Mesmo com o aumento do número de turistas em relação à nossa visita anterior, o lugar mantém aquele cenário paradisíaco que parece ter saído de um cartão-postal: mar calmo e cristalino, extensos coqueirais, areia clara e uma atmosfera de tranquilidade difícil de encontrar em outros destinos do litoral brasileiro.
Aliás, depois de todas as praias que já tivemos a oportunidade de conhecer pelo Brasil, Carneiros continua ocupando o primeiro lugar no meu ranking pessoal.
Pelo menos entre todas as praias que visitei até hoje, nenhuma conseguiu superar a combinação de beleza, tranquilidade e charme que encontrei ali.
Talvez existam praias mais famosas. Talvez existam praias mais isoladas. Mas poucas conseguem reunir tantas qualidades em um único lugar.
Foi muito bom voltar e confirmar que algumas paisagens continuam tão bonitas quanto as lembranças que guardamos delas.
E se existe uma certeza que trouxe na bagagem dessa viagem, é que a Praia dos Carneiros continua sendo um daqueles lugares para os quais eu voltaria sem pensar duas vezes.
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